Desenho Industrial

Atos Regulatórios

1. Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento

CAMPINAS Reconhecimento Portaria n. 744 de 14/07/2017 publicada em 17/07/2017
INDIANÓPOLIS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 273 de 03/04/2017 publicada em 04/04/2017
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Reconhecimento Portaria n. 1.778 de 22/12/1994 publicada em 26/12/1994

2. Conceitos do Curso

CAMPUS CURSO ANO DA AVALIAÇÃO CONCEITO PRELIMINAR DE CURSO - A PARTIR DE 2007
Campinas Desenho Industrial (Design) 2015
Indianópolis Desenho Industrial (Design) 2015 3
São José dos Campos Desenho Industrial (Design) 2012 SC

Projeto Pedagógico do Curso (PPC)

1. Objetivos do Curso

Desenho Industrial é uma atividade criativa, cujo objetivo é determinar as propriedades formais dos objetos industrialmente produzidos. Por propriedades formais nao devemos entender apenas as características exteriores, mas, sobretudo, as relaçoes estruturais e funcionais que fazem de um objeto (ou de um sistema de objetos) uma unidade coerente, tanto do ponto de vista do produtor como do consumidor.

O desenho industrial abrange todos os aspectos do ambiente humano condicionado pela produção industrial.

Com relação ao fabricante, o desenhista industrial confere ao produto características de tecnologia e economia, através do conhecimento fundamental dos processos tecnológicos, das técnicas de desenho e expressao visual e do conseqüente custo financeiro envolvido na produção.

Com relação ao comerciante, o desenhista industrial confere ao produto as características de comercialização e economia, visando r aceitação por parte do público a que é destinado, pela qualidade de produção, pela redução dos custos e conseqüente aumento da lucratividade.

Com relação ao usuário, o desenhista industrial confere ao produto as características de compreensao, de conforto (incluindo as de estética e ergonomia) e de utilidade (cumprimento de funçoes).

A habilitação oferecida pela UNIP é Projeto de Produto, um curso com 3 anos de duração, no período noturno. as aulas São desenvolvidas em atelies de desenho, laboratório de maquetaria, laboratório de processo de fabricação, de informática, de fotografia, tendo como suporte o núcleo de apoio.

2. Atividades Principais

  • Trabalhar no setor produtivo das indústrias de produtos elétricos e eletrônicos;
  • utilidades domésticas;
  • vestuários;
  • equipamentos para automação;
  • equipamentos de precisao e medição;
  • equipamentos médico-hospitalares;
  • ferramentas;
  • maquinaria agrícola;
  • transporte;
  • telecomunicaçoes;
  • equipamento urbano;
  • louças e metais sanitários;
  • luminárias;
  • sinalização;
  • imagem corporativa;
  • criação de produtos com identidade visual (impressos, embalagens, elementos tipográficos etc.);
  • desenvolvimento de vinhetas para televisao ou marcas para sinalização;
  • elaboração de projetos com enfase em mobiliário e componentes relacionados ao design de interiores;
  • definição do material e tecnologia a serem usados na fabricação de um produto: utensílios eletrodomésticos, objetos, acessórios etc. de produtos e serviços, efetuando o acompanhamento publicitário e mercadológico.

3. Mercado de Trabalho

O desenhista pode atuar em empresas de design, indústrias de móveis, eletrodomésticos, veículos, cerâmica, tecelagem etc.

As oportunidades no mercado de trabalho São cada vez maiores para esse profissional, devido r concorrencia com os produtos importados, e nao há indicação alguma de que a demanda por esses profissionais venha a se reduzir.

O ramo que se encontra em maior ascensao é o de design de produtos, para o qual o mercado de trabalho exige cada vez mais o domínio dos recursos de multimídia e de computação gráfica, além de conhecimentos relacionados ao desenvolvimento sustentável e r acessibilidade e qualificação do design universal.

4. Práticas

  • Participação em Concursos
  • Atelie para Desenhos e Projetos
  • Estágio Supervisionado
  • Monitoria
  • Iniciação
  • Científica
  • Anfiteatro com Recursos de Multimídia, Teloes,Datashow e outros
  • Mocape e Oficina Mecânica
  • Laboratório de Fotografia Manual e Digital, Maquetes e Modelos, Informática (AutoCad, CorelDraw, Photoshop e Solid Edge)
  • Núcleo de Apoio
  • Visitas Técnicas e artísticas
  • Semana de Palestras e Atividades Específicas
  • Banco de Estudos Digitalizado
  • Bibliotecas Interligadas
  • Atividades Multiensino
  • Acordo de Cooperação de Estágios com Empresas
  • Projeto Integrado de Conclusão de Curso

5. Duração

3 anos

6. Coordenador

Hernan Carlos Garcia

7. Critérios de Promoção, do Regimento Geral da UNIP

Art. 78. Os critérios de promoção, envolvendo, simultaneamente, a frequência e o aproveitamento escolar, são os seguintes:

a) se a frequência do aluno for inferior a 75% (setenta e cinco por cento), ele estará reprovado na disciplina;
b) em caso contrário, serão consideradas as avaliações, conforme o previsto no artigo 74 e seus parágrafos.
I - Se a média semestral (MS) for igual ou maior que 7,0 (sete), o aluno estará aprovado na disciplina, naquele semestre, com média final igual a MS.
II - Se MS for menor que 7,0 (sete), o aluno será submetido a um exame, quando lhe será atribuída a nota EX.
III - Após o exame, a média final (MF) da disciplina será a média aritmética simples entre MS e EX. Assim: MF = (MS + EX) /2.
IV - Se MF for igual ou maior que 5,0 (cinco), o aluno estará aprovado na disciplina.
V - Se MF for menor que 5,0 (cinco), o aluno estará reprovado ou poderá, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), ser submetido a uma avaliação especial.
VI - Mantida a reprovação, mesmo após a realização da avaliação especial, se concedida, o aluno ficará sujeito ao regime de dependência na disciplina.
c) O aluno que deixar de comparecer a uma prova poderá, a critério do coordenador do curso, substituí-la por nova prova ou pelo exame.
d) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.
e) O aluno reprovado em período letivo que não seja oferecido no semestre seguinte deverá matricular-se em período indicado pela Coordenação do curso.
f) Cabe à Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos (CQA), quando for o caso, acompanhar, avaliar e validar as avaliações de aprendizagem. Sendo assim, em qualquer momento do curso, a Instituição, por meio da CQA, poderá realizar Avaliação Geral de Curso (AGC), mediante a aplicação de uma prova ou a solicitação de um trabalho. Nesse caso, a nota dessa avaliação, que será designada por AG, passará a compor, juntamente com as notas do professor (NP1 e NP2), a média semestral (MS) de cada disciplina, da seguinte forma:

MS = (3 x NP1 + 3 x NP2 + 4 x AG) /10.

g) Quando a Avaliação Geral de Curso (AGC) for aplicada, sua nota (AG) será utilizada para compor a média semestral de todas e somente das disciplinas do período em que o aluno está matriculado. Portanto, não será utilizada para calcular a média semestral de disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e de disciplinas optativas ou eletivas.
h) Todos os alunos terão que realizar Atividades Práticas Supervisionadas (APS), que constarão de atividades de biblioteca (frequência e utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor, trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas, programadas para serem supervisionadas pelos professores em suas aulas. Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
i) Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de APS, definida para seu curso. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
j) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.

§ 1º O desempenho do aluno é avaliado numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de até 0,5 (cinco décimos); MS será arredondada para 7,0 (sete), quando for maior ou igual a 6,7 (seis-vírgula-sete) e menor que 7,0 (sete); MF será arredondada para 5,0 (cinco), quando for maior ou igual a 4,75 (quatro-vírgula-setenta e cinco) e menor que 5,0 (cinco).

§ 2º O exame e/ou a avaliação especial, exceção feita àqueles dos antepenúltimo e último período letivos, a critério do CONSEPE, poderão ser realizados em épocas especiais, após recuperação.

§ 3º A recuperação poderá ter duração variável, dependendo da disciplina, e poderá, inclusive, estender-se por um semestre ou mais, a critério do CONSEPE.

§ 4º O aluno, em casos especiais e depois de ouvida a coordenação do curso, poderá ser autorizado a realizar o exame e/ou a avaliação especial em épocas distintas daquela determinada para os alunos de sua turma.

§ 5º A critério do CONSEPE, poderá ser incorporado às normas vigentes o conceito de aproveitamento médio global do período letivo, que é determinado pela média aritmética das médias semestrais das disciplinas cursadas no semestre regular, excetuando-se adaptações, dependências ou tutorias.

§ 6º Se o aproveitamento médio global do período letivo for maior ou igual a 7,0, o aluno poderá, a critério do CONSEPE, ser dispensado de fazer o exame também nas disciplinas em que obteve média semestral maior ou igual a 5,0.

§ 7º O lançamento da nota de aproveitamento médio global obedecerá ao critério de arredondamento do valor obtido para o meio ou inteiro imediatamente superior.

§ 8º Para todos os cursos, se a média de qualquer disciplina oferecida pela modalidade de educação a distância (MD) for maior ou igual a 6,0 (seis), o aluno estará aprovado na disciplina; se for menor que 6,0 (seis), o aluno será submetido a exame.

Art. 79. O número máximo de disciplinas em regime de dependência e de adaptação para a promoção ao período letivo subsequente fica assim definido:

  1. para a promoção ao 2º período letivo: sem limite;
  2. para a promoção ao 3º período letivo: 5 disciplinas;
  3. para promoção aos períodos letivos situados entre o 3º e o antepenúltimo: 5 disciplinas;
  4. para promoção ao antepenúltimo período letivo: 3 disciplinas;
  5. para o penúltimo e o último períodos letivos do curso não serão aceitas matrículas de alunos com dependência, recuperação ou adaptação em qualquer disciplina de períodos letivos anteriores.

§ 1º O aluno reprovado em um período letivo poderá optar pelo regime de progressão tutelada, que foi instituído visando a oferecer orientação acadêmica diferenciada aos alunos que apresentarem desempenho acadêmico irregular no decorrer do seu processo de formação. Entende-se por desempenho acadêmico irregular, o acúmulo de disciplinas em regime de dependência e/ou adaptação, em número maior que o permitido conforme o caput deste artigo.

§ 2º O ingresso no regime de progressão tutelada de matrícula decorre do interesse manifesto do aluno.

§ 3º Será facultado aos alunos que estariam se promovendo para o segundo ou para até o antepenúltimo período de qualquer curso de graduação, que tenham ultrapassado o limite de disciplinas em regime de dependência, previsto no caput deste artigo, adotarem o regime de progressão tutelada de matrícula.

§ 4º Os alunos que atenderem às condições previstas no parágrafo anterior poderão optar pelo regime de progressão tutelada durante o período de renovação da matrícula fixado no Calendário Escolar da UNIP.

§ 5º O aluno que ultrapassar o limite de disciplinas em dependência e optar pelo regime de progressão tutelada de matrícula receberá orientação diferenciada sobre a reestruturação do seu percurso acadêmico, inclusive sobre a distribuição das disciplinas em dependência, ou ainda a cursar, atividades e estágios incompletos. A orientação definirá como e quando o aluno poderá cumpri-los.

§ 6º Compete à Coordenação do Curso, a partir da análise do histórico escolar do aluno optante, orientá-lo quanto à melhor alternativa para conduzir a sua progressão acadêmica, considerando tudo o que é exigido pela matriz curricular para uma formação plena (disciplinas, trabalhos de curso, estágios, entre outros).

§ 7º Caberá à Coordenação do Curso, juntamente com o aluno optante pelo regime de progressão tutelada, estabelecer um plano de estudos definindo como, quando e quais disciplinas deverão ser cursadas, assim como as condições e as medidas a serem adotadas para a conclusão das demais atividades curriculares ainda pendentes. Esse plano de estudos poderá ultrapassar, conforme o caso, o período mínimo de integralização curricular.

§ 8º Na condição de ingressante no penúltimo período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o regime de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 9º Na condição de ingressante no último período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o plano de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 10 - Enquanto optante pelo regime de progressão tutelada, o aluno obriga-se a cumprir integralmente o plano acadêmico estabelecido pela Coordenação do Curso e referendado pelo CONSEPE.

§ 11 - O desligamento do aluno do regime de progressão tutelada poderá ocorrer quando o desempenho acadêmico do aluno for avaliado como insuficiente pela instância competente da Universidade e decidido/homologado pelo CONSEPE.

§ 12 - Os casos omissos neste Regulamento serão submetidos à apreciação do Conselho Superior competente da UNIP.

 

Manual de Informações Acadêmicas e Calendário Escolar

Observação: o PPC está disponível também no setor de atendimento e nas bibliotecas.

Grade Curricular - Ingressantes 2019

Disciplinas Carga Horária
Atividades Complementares 160
Atividades Práticas Supervisionadas 480
Ciências Sociais 30
Computação Gráfica 60
Comunicação e Expressão 30
Desenho Industrial Integrado 30
Desenho Industrial Interdisciplinar 30
Desenho Técnico do Objeto 60
Desenho Técnico para Design 60
Desenvolvimento Projeto do Produto 120
Direitos Humanos (Optativa) 20
Educação Ambiental (Optativa) 20
Ergonomia Acessibilidade e Segurança do Trabalho 30
Ergonomia do Produto 60
Estágio Supervisionado 300
Estudos Disciplinares 90
Fabricação Aplicada Projeto de Produto 60
Fabricação 60
Fabricação do Modelo Tridimensional 60
Fotografia do Objeto 60
História do Design 60
História Geral da arte 30
Homem e Sociedade 30
Interpretação e Produção de Textos 30
Legislação Profissional 30
Língua Brasileira de Sinais (Optativa) 20
Linguagem Fotográfica 60
Marcenaria 60
Matemática Aplicada ao Design 30
Materiais (Design) 30
Mecânica Clássica 30
Meios de Expressão e Representação Gráfica 30
Meios de Expressão Plástica e Desenho (Plástica) 60
Metodologia do Projeto 30
Metodologia do Trabalho Acadêmico 30
Métodos de Pesquisa 30
Oficina de Criatividade e Laboratório Experimental 30
Oficina de Modelos 30
Processos Industriais 30
Projeto de Equipamentos Elétricos e Eletrodomésticos 60
Projeto do Mobiliário 60
Projeto do Mobiliário Urbano 30
Projeto do Objeto 30
Projeto Integrado (Trabalho de Conclusão de Curso) 120
Relações Étnico-Raciais e Afrodescendência (Optativa) 20
Renderização 30
Supervisão de Estágio 30
Tópicos de atuação Profissional - Desenho Industrial 30
Tópicos Especiais em Design 30

Carga Horária Total: 2.880 horas-aula (2.400 horas)

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