Engenharia Elétrica

Atos Regulatórios

1. Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento

BRASÍLIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 916 de 14/08/2017 publicada em 15/08/2017
ARARAQUARA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 848 de 04/08/2017 publicada em 07/08/2017
JUNDIAÍ Autorização Resolução CONSUNI n. 02/05 de 02/08/2005 - Em Processo de Reconhecimento - Protocolo n. 200906185 (Portaria Normativa n. 40/2007 republicada em 29/12/2010 para fins de expedição de diploma)
LIMEIRA Autorização Resolução CONSUNI n. 02/05 de 02/08/2005 (Portaria Normativa n. 40/2007 republicada em 29/12/2010 para fins de expedição de diploma)
SANTANA DE PARNAÍBA Autorização Resolução CONSUNI n. 04/88 de 16/11/1988 - Em Processo de Reconhecimento - Protocolo n. 200906136 (Portaria Normativa n. 40/2007 republicada em 29/12/2010 para fins de expedição de diploma)
SOROCABA Autorização Resolução CONSUNI n. 04/88 de 16/11/1988 - Em Processo de Reconhecimento - Protocolo n. 200906240 (Portaria Normativa n. 40/2007 republicada em 29/12/2010 para fins de expedição de diploma)
MANAUS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 520 de 02/06/2017 publicada em 05/06/2017
SANTOS Reconhecimento Portaria n. 114 de 17/02/2017 publicada em 20/02/2017
ANCHIETA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
CHÁCARA SANTO ANTÔNIO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
INDIANÓPOLIS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
MARQUÊS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
TATUAPÉ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
BAURU Renovação de Reconhecimento Portaria n. 797  de 14/12/2016 publicada em 15/12/2016
CAMPINAS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
RIBEIRÃO PRETO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015

2. Conceitos do Curso

CAMPUS CURSO ANO DA AVALIAÇÃO CONCEITO PRELIMINAR DE CURSO - A PARTIR DE 2007
São Paulo Engenharia Elétrica (Eletrotécnica) 2011 SC

Projeto Pedagógico do Curso (PPC)

1. Objetivos do Curso

O curso de Engenharia Elétrica – Eletrotécnica tem como objetivo, buscar em consonância com as diretrizes da Universidade, dar aos seus alunos uma formação generalista na área tecnológica de sua especialidade, bem como humanista, crítica e reflexiva, dando condições para que o aluno tenha capacidade de desenvolver-se intelectual e profissionalmente de forma autônoma e permanente, tornando-o capaz de contribuir para o desenvolvimento da sua região e o bem-estar e qualidade de vida de seus cidadãos e também torná-los aptos para ingressar em um mercado de trabalho globalizado, dinâmico e competitivo.

Desta forma o curso de Engenharia Elétrica - Eletrotécnica da UNIP buscou um ensino de qualidade, através do seu corpo docente, infraestrutura física adequada, laboratórios modernos, diversidade de oferecimento de equipamentos de campo, promoção de visitas técnicas, realização de ciclos de palestras e atualização de práticas de informática a fim de formar um profissional egresso apto a desenvolver atividades de projetos e execução nas diferentes especialidades do curso.

O curso prepara o egresso para atuação no mercado de trabalho, atuando nas diversas áreas de competência da Engenharia Eletrotécnica tais como: Projetos, construção e manutenção de Sistemas de Energia Elétrica, sistemas de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica, Sistemas Elétricos e Subestações Elétricas, Sistemas Elétricos de Medição, Instalações Elétricas Industriais.

2. Atividades Principais

  • Projetar, construir e manter sistemas elétricos de alta potência;
  • Projetar, construir e manter sistemas elétricos de controle;
  • Atuação em projetos e manutenção de sistemas para Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica;
  • Atuação na área de sistemas de medição e controle de sistemas elétricos;
  • Atuação na área de projeto, construção e manutenção de Subestações Elétricas;
  • Projeto de instalações elétricas de alta potência.

3. Mercado de Trabalho

O profissional na área da engenharia Eletrotécnica, dentro das suas competências, pode atuar em indústrias de sistemas elétricos, equipamentos eletrônicos, empresas de projetos elétricos, empresas comerciais na área de energia elétrica, em empresas que atuam na área de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia, instituições científicas e de pesquisa para fontes alternativas de energia. Estas áreas estão em constante evolução tecnológica em função das exigências do mercado, o que proporciona ao egresso, oportunidades de atuação em novos mercados e conhecimento de novas áreas tecnológicas.

4. Práticas

  • Laboratórios de Física e Química, de Eletrônica Analógica, de Eletrônica Digital, de Circuitos Elétricos, de Microprocessadores, de Sistemas Digitais, de Conversão Eletromecânica de Energia, de Instrumentação e Controle;
  • Laboratórios de Informática com Internet e disponibilidade de variados softwares nas plataformas Windows, Linux e outras;
  • Visitas Técnicas;
  • Monitoria;
  • Iniciação Científica;
  • Acordos de Cooperação de Estágios com Empresas;
  • Estágios no exterior através de convênios com Universidades estrangeiras;
  • Projeto de Conclusão de Curso;
  • Bibliotecas com acervo atualizado;
  • Semana de Palestras e Atividades Específicas.

5. Duração

5 anos (10 semestres)

6. Coordenador

Oswaldo Egydio Gonçalves Jr.

7. Critérios de Promoção, do Regimento Geral da UNIP

Art. 78. Os critérios de promoção, envolvendo, simultaneamente, a frequência e o aproveitamento escolar, são os seguintes:

a) se a frequência do aluno for inferior a 75% (setenta e cinco por cento), ele estará reprovado na disciplina;
b) em caso contrário, serão consideradas as avaliações, conforme o previsto no artigo 74 e seus parágrafos.
I - Se a média semestral (MS) for igual ou maior que 7,0 (sete), o aluno estará aprovado na disciplina, naquele semestre, com média final igual a MS.
II - Se MS for menor que 7,0 (sete), o aluno será submetido a um exame, quando lhe será atribuída a nota EX.
III - Após o exame, a média final (MF) da disciplina será a média aritmética simples entre MS e EX. Assim: MF = (MS + EX) /2.
IV - Se MF for igual ou maior que 5,0 (cinco), o aluno estará aprovado na disciplina.
V - Se MF for menor que 5,0 (cinco), o aluno estará reprovado ou poderá, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), ser submetido a uma avaliação especial.
VI - Mantida a reprovação, mesmo após a realização da avaliação especial, se concedida, o aluno ficará sujeito ao regime de dependência na disciplina.
c) O aluno que deixar de comparecer a uma prova poderá, a critério do coordenador do curso, substituí-la por nova prova ou pelo exame.
d) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.
e) O aluno reprovado em período letivo que não seja oferecido no semestre seguinte deverá matricular-se em período indicado pela Coordenação do curso.
f) Cabe à Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos (CQA), quando for o caso, acompanhar, avaliar e validar as avaliações de aprendizagem. Sendo assim, em qualquer momento do curso, a Instituição, por meio da CQA, poderá realizar Avaliação Geral de Curso (AGC), mediante a aplicação de uma prova ou a solicitação de um trabalho. Nesse caso, a nota dessa avaliação, que será designada por AG, passará a compor, juntamente com as notas do professor (NP1 e NP2), a média semestral (MS) de cada disciplina, da seguinte forma:

MS = (3 x NP1 + 3 x NP2 + 4 x AG) /10.

g) Quando a Avaliação Geral de Curso (AGC) for aplicada, sua nota (AG) será utilizada para compor a média semestral de todas e somente das disciplinas do período em que o aluno está matriculado. Portanto, não será utilizada para calcular a média semestral de disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e de disciplinas optativas ou eletivas.
h) Todos os alunos terão que realizar Atividades Práticas Supervisionadas (APS), que constarão de atividades de biblioteca (frequência e utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor, trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas, programadas para serem supervisionadas pelos professores em suas aulas. Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
i) Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de APS, definida para seu curso. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
j) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.

§ 1º O desempenho do aluno é avaliado numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de até 0,5 (cinco décimos); MS será arredondada para 7,0 (sete), quando for maior ou igual a 6,7 (seis-vírgula-sete) e menor que 7,0 (sete); MF será arredondada para 5,0 (cinco), quando for maior ou igual a 4,75 (quatro-vírgula-setenta e cinco) e menor que 5,0 (cinco).

§ 2º O exame e/ou a avaliação especial, exceção feita àqueles dos antepenúltimo e último período letivos, a critério do CONSEPE, poderão ser realizados em épocas especiais, após recuperação.

§ 3º A recuperação poderá ter duração variável, dependendo da disciplina, e poderá, inclusive, estender-se por um semestre ou mais, a critério do CONSEPE.

§ 4º O aluno, em casos especiais e depois de ouvida a coordenação do curso, poderá ser autorizado a realizar o exame e/ou a avaliação especial em épocas distintas daquela determinada para os alunos de sua turma.

§ 5º A critério do CONSEPE, poderá ser incorporado às normas vigentes o conceito de aproveitamento médio global do período letivo, que é determinado pela média aritmética das médias semestrais das disciplinas cursadas no semestre regular, excetuando-se adaptações, dependências ou tutorias.

§ 6º Se o aproveitamento médio global do período letivo for maior ou igual a 7,0, o aluno poderá, a critério do CONSEPE, ser dispensado de fazer o exame também nas disciplinas em que obteve média semestral maior ou igual a 5,0.

§ 7º O lançamento da nota de aproveitamento médio global obedecerá ao critério de arredondamento do valor obtido para o meio ou inteiro imediatamente superior.

§ 8º Para todos os cursos, se a média de qualquer disciplina oferecida pela modalidade de educação a distância (MD) for maior ou igual a 6,0 (seis), o aluno estará aprovado na disciplina; se for menor que 6,0 (seis), o aluno será submetido a exame.

Art. 79. O número máximo de disciplinas em regime de dependência e de adaptação para a promoção ao período letivo subsequente fica assim definido:

  1. para a promoção ao 2º período letivo: sem limite;
  2. para a promoção ao 3º período letivo: 5 disciplinas;
  3. para promoção aos períodos letivos situados entre o 3º e o antepenúltimo: 5 disciplinas;
  4. para promoção ao antepenúltimo período letivo: 3 disciplinas;
  5. para o penúltimo e o último períodos letivos do curso não serão aceitas matrículas de alunos com dependência, recuperação ou adaptação em qualquer disciplina de períodos letivos anteriores.

§ 1º O aluno reprovado em um período letivo poderá optar pelo regime de progressão tutelada, que foi instituído visando a oferecer orientação acadêmica diferenciada aos alunos que apresentarem desempenho acadêmico irregular no decorrer do seu processo de formação. Entende-se por desempenho acadêmico irregular, o acúmulo de disciplinas em regime de dependência e/ou adaptação, em número maior que o permitido conforme o caput deste artigo.

§ 2º O ingresso no regime de progressão tutelada de matrícula decorre do interesse manifesto do aluno.

§ 3º Será facultado aos alunos que estariam se promovendo para o segundo ou para até o antepenúltimo período de qualquer curso de graduação, que tenham ultrapassado o limite de disciplinas em regime de dependência, previsto no caput deste artigo, adotarem o regime de progressão tutelada de matrícula.

§ 4º Os alunos que atenderem às condições previstas no parágrafo anterior poderão optar pelo regime de progressão tutelada durante o período de renovação da matrícula fixado no Calendário Escolar da UNIP.

§ 5º O aluno que ultrapassar o limite de disciplinas em dependência e optar pelo regime de progressão tutelada de matrícula receberá orientação diferenciada sobre a reestruturação do seu percurso acadêmico, inclusive sobre a distribuição das disciplinas em dependência, ou ainda a cursar, atividades e estágios incompletos. A orientação definirá como e quando o aluno poderá cumpri-los.

§ 6º Compete à Coordenação do Curso, a partir da análise do histórico escolar do aluno optante, orientá-lo quanto à melhor alternativa para conduzir a sua progressão acadêmica, considerando tudo o que é exigido pela matriz curricular para uma formação plena (disciplinas, trabalhos de curso, estágios, entre outros).

§ 7º Caberá à Coordenação do Curso, juntamente com o aluno optante pelo regime de progressão tutelada, estabelecer um plano de estudos definindo como, quando e quais disciplinas deverão ser cursadas, assim como as condições e as medidas a serem adotadas para a conclusão das demais atividades curriculares ainda pendentes. Esse plano de estudos poderá ultrapassar, conforme o caso, o período mínimo de integralização curricular.

§ 8º Na condição de ingressante no penúltimo período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o regime de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 9º Na condição de ingressante no último período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o plano de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 10 - Enquanto optante pelo regime de progressão tutelada, o aluno obriga-se a cumprir integralmente o plano acadêmico estabelecido pela Coordenação do Curso e referendado pelo CONSEPE.

§ 11 - O desligamento do aluno do regime de progressão tutelada poderá ocorrer quando o desempenho acadêmico do aluno for avaliado como insuficiente pela instância competente da Universidade e decidido/homologado pelo CONSEPE.

§ 12 - Os casos omissos neste Regulamento serão submetidos à apreciação do Conselho Superior competente da UNIP.

 

Manual de Informações Acadêmicas e Calendário Escolar

Observação: o PPC está disponível também no setor de atendimento e nas bibliotecas.

Grade Curricular - Ingressantes 2019

Disciplinas Carga Horária
Atividades Complementares 100
Atividades Práticas Supervisionadas 480
Cálculo com Geometria Analítica 75
Cálculo de Funções de Várias Variáveis 60
Ciências Sociais 30
Cinemática dos Sólidos 60
Circuitos Digitais 45
Circuitos e Linhas de Transmissão Trifásicas 60
Circuitos Elétricos 75
Circuitos Elétricos Aplicados 75
Circuitos Eletrônicos para Eletrotécnica 45
Circuitos Lógicos 30
Complemento de Máquinas Elétricas 60
Complementos de Física 60
Comunicação e Expressão 30
Desenho Técnico 30
Desenvolvimento Sustentável 30
Dinâmica dos Sólidos 60
Direitos Humanos (Optativa) 20
Distribuição de Energia Elétrica 75
Economia e Administração 30
Educação Ambiental (Optativa) 20
Eletricidade Básica 60
Eletromagnetismo 30
Eletrônica 60
Eletrônica Aplicada 60
Eletrônica Básica 60
Eletrônica de Potência para Eletrotécnicos 30
Eletrônica Industrial-Eletrotécnica 60
Engenharia e Meio Ambiente 30
Engenharia Eletrotécnica Integrada 30
Engenharia Eletrotécnica Interdisciplinar 30
Equações Diferenciais 60
Estágio Supervisionado 480
Estática dos Fluídos 30
Estatística Descritiva 30
Estatística Indutiva 30
Estudos Disciplinares 600
Ética e Legislação Profissional 30
Fenômenos de Transporte 60
Fundamentos de Instalações Elétricas 30
Fundamentos de Termodinâmica 30
Geradores e Motores CC para Eletrotécnica 60
Homem e Sociedade 30
Instalações Elétricas Industriais 30
Instrumentação 45
Introdução a Proteção de Sistemas Elétricos 75
Introdução a Sistemas de Controle 60
Interpretação e Produção de Textos 30
Língua Brasileira de Sinais (Optativa) 20
Linhas de transmissão 60
Máquinas Elétricas 30
Materiais Elétricos 30
Mecânica da Partícula 75
Metodologia do Trabalho Acadêmico 30
Métodos de Pesquisa 30
Microprocessadores e Microcontroladores 30
Motores de Indução 90
Noções de Direito 30
Programação de Computadores 30
Química Aplicada 15
Química Básica 30
Relação Étnico-Racial e Afrodescendente (Optativa) 20
Resistência dos Materiais 30
Servomecanismos 60
Sistemas de Potência 90
Sistemas Microcontrolados 30
Supervisão de Estágio 30
Tópicos de Atuação Profissional - Engenharia Eletrônica (Eletrotécnica) 30
Tópicos de Física Geral e Experimental 75
Tópicos de Informática 30
Tópicos de Matemática 75
Trabalho de Curso I - Eletrotécnica 30
Trabalho de curso II - Eletrotécnica 30
Trabalho de Curso II - Práticas Supervisionadas 220

Carga Horária Total: 4.900 horas-aula (4.083 horas)

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