Engenharia de Produção Mecânica

Atos Regulatórios

1. Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento

ARARAQUARA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 923 de 27/12/2018 publicada em 28/12/2018
BAURU Renovação de Reconhecimento Portaria n. 923 de 27/12/2018 publicada em 28/12/2018
CAMPINAS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 923 de 27/12/2018 publicada em 28/12/2018
GOIÂNIA Autorização Decreto n. 78.260 de 18/08/1976 - Em Processo de Reconhecimento - Protocolo n. 200906251 (Portaria Normativa n. 40/2007 republicada em 29/12/2010 para fins de expedição de diploma)
INDIANÓPOLIS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 923 de 27/12/2018 publicada em 28/12/2018
JUNDIAÍ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 923 de 27/12/2018 publicada em 28/12/2018
LIMEIRA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 923 de 27/12/2018 publicada em 28/12/2018
MANAUS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 286 de 21/12/2012 publicada em 27/12/2012
MARQUÊS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 923 de 27/12/2018 publicada em 28/12/2018
RIBEIRÃO PRETO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 923 de 27/12/2018 publicada em 28/12/2018
SANTANA DE PARNAÍBA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 923 de 27/12/2018 publicada em 28/12/2018
SANTOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 923 de 27/12/2018 publicada em 28/12/2018
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 923 de 27/12/2018 publicada em 28/12/2018
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Autorização Decreto n. 78.260 de 18/08/1976 - Em Processo de Reconhecimento - Protocolo n. 200906234 (Portaria Normativa n. 40/2007 republicada em 29/12/2010 para fins de expedição de diploma)
SOROCABA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 923 de 27/12/2018 publicada em 28/12/2018
TATUAPÉ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 923 de 27/12/2018 publicada em 28/12/2018

2. Conceitos do Curso

CAMPUS CURSO ANO DA AVALIAÇÃO CONCEITO PRELIMINAR DE CURSO - A PARTIR DE 2007
Alphaville Engenharia de Produção Mecânica 2014 3
Araraquara Engenharia de Produção Mecânica 2014 5
Bauru Engenharia de Produção Mecânica 2014 4
Campinas Engenharia de Produção Mecânica 2014 4
Goiânia Engenharia de Produção Mecânica 2011 SC
Jundiaí Engenharia de Produção Mecânica 2014 4
Limeira Engenharia de Produção Mecânica 2014 4
Manaus Engenharia de Produção Mecânica 2011 3
Ribeirão Preto Engenharia de Produção Mecânica 2011 4
Santos Engenharia de Produção Mecânica 2014 4
São José do Rio Preto Engenharia de Produção Mecânica 2014 4
São José dos Campos Engenharia de Produção Mecânica 2014 4
São Paulo Engenharia de Produção Mecânica 2014 4
Sorocaba Engenharia de Produção Mecânica 2014 4

Projeto Pedagógico do Curso (PPC)

1. Objetivos do Curso

O curso de Engenharia de Produção Mecânica da UNIP apresenta uma abordagem moderna e apropriada às constantes mudanças provenientes do desenvolvimento tecnológico.

Trata da interação de homens, materiais, equipamentos, métodos e processos, o que proporciona ao profissional possibilidades de atuação nos diversos níveis das empresas.

A engenharia de produção mecânica atua na fronteira entre o conhecimento técnico da engenharia mecânica e o das áreas administrativas e econômicas.

Assim, o profissional formado pela Universidade Paulista tem os conhecimentos básicos de engenharia mecânica e uma formação específica que o capacita a otimizar a produção, racionalizar métodos, processos e sistemas, com o intuito de melhoria da produtividade.

A atuação do engenheiro de produção mecânica é útil sempre que houver necessidade de planejamento, coordenação e controle.

2. Atividades Principais

  • Efetuar a programação e controle da produção, através do acompanhamento e supervisão das operações de materiais e equipamentos;
  • projetar novos produtos e planejar instalação de fábricas;
  • gerenciar e aprimorar métodos de fabricação e as relações humanas no trabalho;
  • administrar os recursos disponíveis, na busca da produtividade e qualidade nos processos industriais;
  • planejar e reduzir a ociosidade das máquinas na empresa, minimizando os custos;
  • auxiliar na seleção e treinamento do pessoal técnico;
  • calcular custos de produção, previsão de venda e determinar o melhor meio de aplicar o capital da empresa.

3. Mercado de Trabalho

O engenheiro de produção mecânica está capacitado a atuar em indústrias de um modo geral (elétricas, eletrônicas, químicas, farmacêuticas etc.); em empresas de prestação de serviços (bancos, seguradoras, hospitais etc.); em empresas nacionais ou multinacionais; públicas ou privadas etc. Com a informatização do setor industrial, foi aberto o campo para estas engenharias atuarem no desenvolvimento de softwares específicos para a área.

De um modo geral, o campo de trabalho é bom para esses profissionais, tendo em vista que a globalização da economia implica uma demanda dessa categoria, com a finalidade de reduzir custos e aumentar a produtividade, melhorando a competitividade.

4. Práticas

  • Estágio Supervisionado
  • Monitoria
  • Iniciação Científica
  • Laboratório de CaD/CaM/CaE com os Softwares autoCad 14 e Euclides 3.0
  • Laboratórios de Física, Química, Desenho, Mecânica dos Fluidos, Eletrotécnica, Metrologia, Processos de Fabricação, Máquinas Hidráulicas e Pneumáticas, Equipamentos Térmicos e Materiais de Construção Mecânica
  • Laboratórios de Informática com Internet e Variados Softwares (EWB, Matlab, Windows, Office Profissional, Turbo Pascal, Turbo C++, Delphi, Linux e outros)
  • Visitas Técnicas
  • Semana de Palestras e Atividades Específicas

5. Duração

5 anos

6. Coordenador

Mauricio Corrêa

7. Critérios de Promoção, do Regimento Geral da UNIP

Art. 78. Os critérios de promoção, envolvendo, simultaneamente, a frequência e o aproveitamento escolar, são os seguintes:

a) se a frequência do aluno for inferior a 75% (setenta e cinco por cento), ele estará reprovado na disciplina;
b) em caso contrário, serão consideradas as avaliações, conforme o previsto no artigo 74 e seus parágrafos.
I - Se a média semestral (MS) for igual ou maior que 7,0 (sete), o aluno estará aprovado na disciplina, naquele semestre, com média final igual a MS.
II - Se MS for menor que 7,0 (sete), o aluno será submetido a um exame, quando lhe será atribuída a nota EX.
III - Após o exame, a média final (MF) da disciplina será a média aritmética simples entre MS e EX. Assim: MF = (MS + EX) /2.
IV - Se MF for igual ou maior que 5,0 (cinco), o aluno estará aprovado na disciplina.
V - Se MF for menor que 5,0 (cinco), o aluno estará reprovado ou poderá, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), ser submetido a uma avaliação especial.
VI - Mantida a reprovação, mesmo após a realização da avaliação especial, se concedida, o aluno ficará sujeito ao regime de dependência na disciplina.
c) O aluno que deixar de comparecer a uma prova poderá, a critério do coordenador do curso, substituí-la por nova prova ou pelo exame.
d) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.
e) O aluno reprovado em período letivo que não seja oferecido no semestre seguinte deverá matricular-se em período indicado pela Coordenação do curso.
f) Cabe à Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos (CQA), quando for o caso, acompanhar, avaliar e validar as avaliações de aprendizagem. Sendo assim, em qualquer momento do curso, a Instituição, por meio da CQA, poderá realizar Avaliação Geral de Curso (AGC), mediante a aplicação de uma prova ou a solicitação de um trabalho. Nesse caso, a nota dessa avaliação, que será designada por AG, passará a compor, juntamente com as notas do professor (NP1 e NP2), a média semestral (MS) de cada disciplina, da seguinte forma:

MS = (3 x NP1 + 3 x NP2 + 4 x AG) /10.

g) Quando a Avaliação Geral de Curso (AGC) for aplicada, sua nota (AG) será utilizada para compor a média semestral de todas e somente das disciplinas do período em que o aluno está matriculado. Portanto, não será utilizada para calcular a média semestral de disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e de disciplinas optativas ou eletivas.
h) Todos os alunos terão que realizar Atividades Práticas Supervisionadas (APS), que constarão de atividades de biblioteca (frequência e utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor, trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas, programadas para serem supervisionadas pelos professores em suas aulas. Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
i) Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de APS, definida para seu curso. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
j) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.

§ 1º O desempenho do aluno é avaliado numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de até 0,5 (cinco décimos); MS será arredondada para 7,0 (sete), quando for maior ou igual a 6,7 (seis-vírgula-sete) e menor que 7,0 (sete); MF será arredondada para 5,0 (cinco), quando for maior ou igual a 4,75 (quatro-vírgula-setenta e cinco) e menor que 5,0 (cinco).

§ 2º O exame e/ou a avaliação especial, exceção feita àqueles dos antepenúltimo e último período letivos, a critério do CONSEPE, poderão ser realizados em épocas especiais, após recuperação.

§ 3º A recuperação poderá ter duração variável, dependendo da disciplina, e poderá, inclusive, estender-se por um semestre ou mais, a critério do CONSEPE.

§ 4º O aluno, em casos especiais e depois de ouvida a coordenação do curso, poderá ser autorizado a realizar o exame e/ou a avaliação especial em épocas distintas daquela determinada para os alunos de sua turma.

§ 5º A critério do CONSEPE, poderá ser incorporado às normas vigentes o conceito de aproveitamento médio global do período letivo, que é determinado pela média aritmética das médias semestrais das disciplinas cursadas no semestre regular, excetuando-se adaptações, dependências ou tutorias.

§ 6º Se o aproveitamento médio global do período letivo for maior ou igual a 7,0, o aluno poderá, a critério do CONSEPE, ser dispensado de fazer o exame também nas disciplinas em que obteve média semestral maior ou igual a 5,0.

§ 7º O lançamento da nota de aproveitamento médio global obedecerá ao critério de arredondamento do valor obtido para o meio ou inteiro imediatamente superior.

§ 8º Para todos os cursos, se a média de qualquer disciplina oferecida pela modalidade de educação a distância (MD) for maior ou igual a 6,0 (seis), o aluno estará aprovado na disciplina; se for menor que 6,0 (seis), o aluno será submetido a exame.

Art. 79. O número máximo de disciplinas em regime de dependência e de adaptação para a promoção ao período letivo subsequente fica assim definido:

  1. para a promoção ao 2º período letivo: sem limite;
  2. para a promoção ao 3º período letivo: 5 disciplinas;
  3. para promoção aos períodos letivos situados entre o 3º e o antepenúltimo: 5 disciplinas;
  4. para promoção ao antepenúltimo período letivo: 3 disciplinas;
  5. para o penúltimo e o último períodos letivos do curso não serão aceitas matrículas de alunos com dependência, recuperação ou adaptação em qualquer disciplina de períodos letivos anteriores.

§ 1º O aluno reprovado em um período letivo poderá optar pelo regime de progressão tutelada, que foi instituído visando a oferecer orientação acadêmica diferenciada aos alunos que apresentarem desempenho acadêmico irregular no decorrer do seu processo de formação. Entende-se por desempenho acadêmico irregular, o acúmulo de disciplinas em regime de dependência e/ou adaptação, em número maior que o permitido conforme o caput deste artigo.

§ 2º O ingresso no regime de progressão tutelada de matrícula decorre do interesse manifesto do aluno.

§ 3º Será facultado aos alunos que estariam se promovendo para o segundo ou para até o antepenúltimo período de qualquer curso de graduação, que tenham ultrapassado o limite de disciplinas em regime de dependência, previsto no caput deste artigo, adotarem o regime de progressão tutelada de matrícula.

§ 4º Os alunos que atenderem às condições previstas no parágrafo anterior poderão optar pelo regime de progressão tutelada durante o período de renovação da matrícula fixado no Calendário Escolar da UNIP.

§ 5º O aluno que ultrapassar o limite de disciplinas em dependência e optar pelo regime de progressão tutelada de matrícula receberá orientação diferenciada sobre a reestruturação do seu percurso acadêmico, inclusive sobre a distribuição das disciplinas em dependência, ou ainda a cursar, atividades e estágios incompletos. A orientação definirá como e quando o aluno poderá cumpri-los.

§ 6º Compete à Coordenação do Curso, a partir da análise do histórico escolar do aluno optante, orientá-lo quanto à melhor alternativa para conduzir a sua progressão acadêmica, considerando tudo o que é exigido pela matriz curricular para uma formação plena (disciplinas, trabalhos de curso, estágios, entre outros).

§ 7º Caberá à Coordenação do Curso, juntamente com o aluno optante pelo regime de progressão tutelada, estabelecer um plano de estudos definindo como, quando e quais disciplinas deverão ser cursadas, assim como as condições e as medidas a serem adotadas para a conclusão das demais atividades curriculares ainda pendentes. Esse plano de estudos poderá ultrapassar, conforme o caso, o período mínimo de integralização curricular.

§ 8º Na condição de ingressante no penúltimo período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o regime de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 9º Na condição de ingressante no último período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o plano de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 10 - Enquanto optante pelo regime de progressão tutelada, o aluno obriga-se a cumprir integralmente o plano acadêmico estabelecido pela Coordenação do Curso e referendado pelo CONSEPE.

§ 11 - O desligamento do aluno do regime de progressão tutelada poderá ocorrer quando o desempenho acadêmico do aluno for avaliado como insuficiente pela instância competente da Universidade e decidido/homologado pelo CONSEPE.

§ 12 - Os casos omissos neste Regulamento serão submetidos à apreciação do Conselho Superior competente da UNIP.

 

Manual de Informações Acadêmicas e Calendário Escolar

Observação: O detalhamento do PPC está à disposição nas bibliotecas e no Setor de atendimento.

Grade Curricular - Ingressantes 2019

Disciplinas Carga Horária
Administração 30
Atividades Complementares 100
Atividades Práticas Supervisionadas 480
Cálculo com Geometria Analítica 75
Cálculo de Funções de Várias Variáveis 60
Ciência dos Materiais 30
Ciências Sociais 30
Cinemática dos Sólidos 60
Complementos de Física 60
Complementos de Quimica Aplicada 15
Comunicação e Expressão 30
Contabilidade e Custos Industriais 30
Desenho Técnico 30
Desenvolvimento Sustentável 30
Dinâmica dos Sólidos 60
Direitos Humanos (Optativa) 20
Distribuição e Armazenagem 30
Economia Nacional e Internacional 60
Educação Ambiental (Optativa) 20
Eletricidade Básica 60
Engenharia da Qualidade 30
Engenharia de Produção Mecânica Integrada 60
Engenharia de Produção Mecânica Interdisciplinar 30
Engenharia e Meio Ambiente 30
Engenharia Econômica 45
Equações Diferenciais 60
Ergonomia 30
Estágio Supervisionado 480
Estática dos Fluídos 30
Estática nas Estruturas 90
Estatística Descritiva 30
Estatística Indutiva 30
Estudos Disciplinares 600
Ética e Legislação Profissional 30
Fabricação Mecânica 30
Fabricação Mecânica e Metrologia Aplicadas 30
Fenômenos de Transporte 60
Fundamentos de Circuitos Elétricos 30
Fundamentos de Economia 30
Fundamentos de Engenharia Econômica 60
Fundamentos de Termodinâmica 30
Gestão da Produção e Administração de Materiais 60
Higiene e Segurança Industrial 30
Homem e Sociedade 30
Interpretação e Produção de Textos 30
Língua Brasileira de Sinais (Optativa) 20
Logística Integrada 30
Manutenção Mecânica 30
Marketing do Produto 30
Materiais de Construção Mecânica Aplicada 30
Mecânica da Partícula 75
Mecânica dos Fluídos 45
Mecânica dos Fluídos Aplicada 45
Metodologia do Trabalho Academico 30
Metodos de Pesquisa 30
Modelagem de Negócios e Estudo de Mercado 60
Noções de Direito 30
Pesquisa Operacional 30
Planejamento e Controle da Produção 60
Processos de Fabricação 30
Programação de Computadores 30
Programação Linear 45
Projetos de Elementos de Máquinas 45
Projetos de Máquinas 75
Química Aplicada 15
Quimica Básica 30
Racionalização do Trabalho 30
Relações Étnico-Raciais e Afrodescendência (Optativa) 20
Resistência dos Materiais 60
Sistemas Avançados de Gestão da Produção 30
Supervisão de Estágio 30
Termodinâmica Aplicada 60
Termodinâmica Básica 30
Tópicos de Atuação Profissional - Engenharia de Produção Mecânica 30
Tópicos de Física Geral e Experimental 75
Tópicos de Informática 30
Tópicos de Matemática 75
Trabalho de Curso I - Projeto do Produto 60
Trabalho de Curso II - Práticas Supervisionadas 220
Trabalho de Curso II - Projeto de Fábrica 90

Carga Horária Total: 4.900 Horas-Aula (4.083 horas)

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