Engenharia de Computação

Atos Regulatórios

1. Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento

MANAUS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 374 de 29/05/2018 publicada em 30/05/2018
BRASÍLIA Autorização Resolução CONSUNI n. 04/89 de 16/11/1989 - Em Processo de Reconhecimento - Protocolo n. 200906244 (Portaria Normativa n. 40/2007 republicada em 29/12/2010 para fins de expedição de diploma)
ANCHIETA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
INDIANÓPOLIS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 923 de 27/12/2018 publicada em 28/12/2018
GOIÂNIA Reconhecimento Portaria n. 1.013 de 02/10/1996 publicada em 04/10/1996

2. Conceitos do Curso

CAMPUS CURSO ANO DA AVALIAÇÃO CONCEITO PRELIMINAR DE CURSO - A PARTIR DE 2007
Brasília Engenharia da Computação 2008 2
Goiânia Engenharia da Computação 2011 SC
Manaus Engenharia da Computação 2014 SC
São José dos Campos Engenharia da Computação 2014 4
São Paulo Engenharia da Computação 2014 4

Projeto Pedagógico do Curso (PPC)

1. Objetivos do Curso

Assim como em todos os cursos de Engenharia da UNIP, os alunos do curso de Engenharia de Computação têm uma formação geral, dentro da engenharia, bastante ampla, de modo a permitir maior flexibilidade e versatilidade ao profissional após sua graduação. além dessa formação básica ampla, os graduados em Engenharia de Computação têm formação específica em engenharia eletrônica, com aplicações voltadas principalmente à área da informática, como arquitetura de computadores, redes e transmissão de dados.

O curso tem também o objetivo de formar profissionais com conhecimentos aprofundados em programação e arquitetura de computadores para aplicações na área da engenharia.

Isso possibilita a integração do profissional a equipes em departamentos de projetos, engenharia experimental, produção e de outros que vêm, cada dia mais, utilizando-se do computador como ferramenta indispensável para a realização das mais diversas tarefas que envolvem conhecimentos específicos da engenharia.

2. Atividades Principais

Basicamente, o engenheiro de computação trabalha em:

  • empresas que têm a computação como produto final (software e hardware);
  • empresas que produzem interfaces entre o computador e outros equipamentos (caldeiras, motores, linha de produção etc.);
  • desenvolvimento de simulações;
  • sistemas de controle de processos em indústrias;
  • bancos, indústrias que se utilizam de linhas de montagem, indústria farmacêutica, indústria de aviação etc.

Portanto, é um mercado de trabalho amplo e em ascensão.

3. Mercado de Trabalho

Basicamente, o Engenheiro de Computação trabalha em:

  • empresas que têm a computação como produto final (software e hardware);
  • empresas que produzem interfaces entre o computador e outros equipamentos (caldeiras, motores, linha de produção etc.);
  • desenvolvimento de simulações;
  • sistemas de controle de processos em indústrias;
  • bancos, indústrias que se utilizam de linhas de montagem, indústria farmacêutica, indústria de aviação etc.materiais

É um mercado de trabalho amplo e em ascensão.

4. Práticas

  • Estágio Supervisionado
  • Monitoria
  • Iniciação Científica
  • Laboratório de CaD/CaM/CaE com os Softwares autoCad 14 e Euclides 3.0
  • Laboratórios de Física, Química, Desenho, Mecânica dos Fluidos, Técnicas de Programação, Sistemas Digitais, Circuitos Digitais, Microprocessadores e Controle e Servomecanismos
  • Laboratórios de Informática com Internet e Variados Softwares (EWB, Matlab, Windows 2000, Office Profissional, Turbo Pascal 7, Turbo C++, Delphi 5.0, Linux 5.0 e outros)
  • Visitas Técnicas
  • Semana de Palestras e Atividades Específicas

5. Duração

5 anos

6. Coordenador

Élcio Hideiti Shiguemori

7. Critérios de Promoção, do Regimento Geral da UNIP

Art. 78. Os critérios de promoção, envolvendo, simultaneamente, a frequência e o aproveitamento escolar, são os seguintes:

a) se a frequência do aluno for inferior a 75% (setenta e cinco por cento), ele estará reprovado na disciplina;
b) em caso contrário, serão consideradas as avaliações, conforme o previsto no artigo 74 e seus parágrafos.
I - Se a média semestral (MS) for igual ou maior que 7,0 (sete), o aluno estará aprovado na disciplina, naquele semestre, com média final igual a MS.
II - Se MS for menor que 7,0 (sete), o aluno será submetido a um exame, quando lhe será atribuída a nota EX.
III - Após o exame, a média final (MF) da disciplina será a média aritmética simples entre MS e EX. Assim: MF = (MS + EX) /2.
IV - Se MF for igual ou maior que 5,0 (cinco), o aluno estará aprovado na disciplina.
V - Se MF for menor que 5,0 (cinco), o aluno estará reprovado ou poderá, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), ser submetido a uma avaliação especial.
VI - Mantida a reprovação, mesmo após a realização da avaliação especial, se concedida, o aluno ficará sujeito ao regime de dependência na disciplina.
c) O aluno que deixar de comparecer a uma prova poderá, a critério do coordenador do curso, substituí-la por nova prova ou pelo exame.
d) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.
e) O aluno reprovado em período letivo que não seja oferecido no semestre seguinte deverá matricular-se em período indicado pela Coordenação do curso.
f) Cabe à Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos (CQA), quando for o caso, acompanhar, avaliar e validar as avaliações de aprendizagem. Sendo assim, em qualquer momento do curso, a Instituição, por meio da CQA, poderá realizar Avaliação Geral de Curso (AGC), mediante a aplicação de uma prova ou a solicitação de um trabalho. Nesse caso, a nota dessa avaliação, que será designada por AG, passará a compor, juntamente com as notas do professor (NP1 e NP2), a média semestral (MS) de cada disciplina, da seguinte forma:

MS = (3 x NP1 + 3 x NP2 + 4 x AG) /10.

g) Quando a Avaliação Geral de Curso (AGC) for aplicada, sua nota (AG) será utilizada para compor a média semestral de todas e somente das disciplinas do período em que o aluno está matriculado. Portanto, não será utilizada para calcular a média semestral de disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e de disciplinas optativas ou eletivas.
h) Todos os alunos terão que realizar Atividades Práticas Supervisionadas (APS), que constarão de atividades de biblioteca (frequência e utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor, trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas, programadas para serem supervisionadas pelos professores em suas aulas. Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
i) Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de APS, definida para seu curso. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
j) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.

§ 1º O desempenho do aluno é avaliado numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de até 0,5 (cinco décimos); MS será arredondada para 7,0 (sete), quando for maior ou igual a 6,7 (seis-vírgula-sete) e menor que 7,0 (sete); MF será arredondada para 5,0 (cinco), quando for maior ou igual a 4,75 (quatro-vírgula-setenta e cinco) e menor que 5,0 (cinco).

§ 2º O exame e/ou a avaliação especial, exceção feita àqueles dos antepenúltimo e último período letivos, a critério do CONSEPE, poderão ser realizados em épocas especiais, após recuperação.

§ 3º A recuperação poderá ter duração variável, dependendo da disciplina, e poderá, inclusive, estender-se por um semestre ou mais, a critério do CONSEPE.

§ 4º O aluno, em casos especiais e depois de ouvida a coordenação do curso, poderá ser autorizado a realizar o exame e/ou a avaliação especial em épocas distintas daquela determinada para os alunos de sua turma.

§ 5º A critério do CONSEPE, poderá ser incorporado às normas vigentes o conceito de aproveitamento médio global do período letivo, que é determinado pela média aritmética das médias semestrais das disciplinas cursadas no semestre regular, excetuando-se adaptações, dependências ou tutorias.

§ 6º Se o aproveitamento médio global do período letivo for maior ou igual a 7,0, o aluno poderá, a critério do CONSEPE, ser dispensado de fazer o exame também nas disciplinas em que obteve média semestral maior ou igual a 5,0.

§ 7º O lançamento da nota de aproveitamento médio global obedecerá ao critério de arredondamento do valor obtido para o meio ou inteiro imediatamente superior.

§ 8º Para todos os cursos, se a média de qualquer disciplina oferecida pela modalidade de educação a distância (MD) for maior ou igual a 6,0 (seis), o aluno estará aprovado na disciplina; se for menor que 6,0 (seis), o aluno será submetido a exame.

Art. 79. O número máximo de disciplinas em regime de dependência e de adaptação para a promoção ao período letivo subsequente fica assim definido:

  1. para a promoção ao 2º período letivo: sem limite;
  2. para a promoção ao 3º período letivo: 5 disciplinas;
  3. para promoção aos períodos letivos situados entre o 3º e o antepenúltimo: 5 disciplinas;
  4. para promoção ao antepenúltimo período letivo: 3 disciplinas;
  5. para o penúltimo e o último períodos letivos do curso não serão aceitas matrículas de alunos com dependência, recuperação ou adaptação em qualquer disciplina de períodos letivos anteriores.

§ 1º O aluno reprovado em um período letivo poderá optar pelo regime de progressão tutelada, que foi instituído visando a oferecer orientação acadêmica diferenciada aos alunos que apresentarem desempenho acadêmico irregular no decorrer do seu processo de formação. Entende-se por desempenho acadêmico irregular, o acúmulo de disciplinas em regime de dependência e/ou adaptação, em número maior que o permitido conforme o caput deste artigo.

§ 2º O ingresso no regime de progressão tutelada de matrícula decorre do interesse manifesto do aluno.

§ 3º Será facultado aos alunos que estariam se promovendo para o segundo ou para até o antepenúltimo período de qualquer curso de graduação, que tenham ultrapassado o limite de disciplinas em regime de dependência, previsto no caput deste artigo, adotarem o regime de progressão tutelada de matrícula.

§ 4º Os alunos que atenderem às condições previstas no parágrafo anterior poderão optar pelo regime de progressão tutelada durante o período de renovação da matrícula fixado no Calendário Escolar da UNIP.

§ 5º O aluno que ultrapassar o limite de disciplinas em dependência e optar pelo regime de progressão tutelada de matrícula receberá orientação diferenciada sobre a reestruturação do seu percurso acadêmico, inclusive sobre a distribuição das disciplinas em dependência, ou ainda a cursar, atividades e estágios incompletos. A orientação definirá como e quando o aluno poderá cumpri-los.

§ 6º Compete à Coordenação do Curso, a partir da análise do histórico escolar do aluno optante, orientá-lo quanto à melhor alternativa para conduzir a sua progressão acadêmica, considerando tudo o que é exigido pela matriz curricular para uma formação plena (disciplinas, trabalhos de curso, estágios, entre outros).

§ 7º Caberá à Coordenação do Curso, juntamente com o aluno optante pelo regime de progressão tutelada, estabelecer um plano de estudos definindo como, quando e quais disciplinas deverão ser cursadas, assim como as condições e as medidas a serem adotadas para a conclusão das demais atividades curriculares ainda pendentes. Esse plano de estudos poderá ultrapassar, conforme o caso, o período mínimo de integralização curricular.

§ 8º Na condição de ingressante no penúltimo período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o regime de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 9º Na condição de ingressante no último período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o plano de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 10 - Enquanto optante pelo regime de progressão tutelada, o aluno obriga-se a cumprir integralmente o plano acadêmico estabelecido pela Coordenação do Curso e referendado pelo CONSEPE.

§ 11 - O desligamento do aluno do regime de progressão tutelada poderá ocorrer quando o desempenho acadêmico do aluno for avaliado como insuficiente pela instância competente da Universidade e decidido/homologado pelo CONSEPE.

§ 12 - Os casos omissos neste Regulamento serão submetidos à apreciação do Conselho Superior competente da UNIP.

 

Manual de Informações Acadêmicas e Calendário Escolar

Observação: o PPC está disponível também no setor de atendimento e nas bibliotecas.

Grade Curricular - Ingressantes 2019

Disciplinas Carga Horária
Análise de Algoritmos e Estrutura de Dados 60
Arquitetura de Computadores 30
Atividades Complementares 100
Atividades Práticas Supervisionadas 480
Automação de Processos e Controle 30
Cálculo com Geometria Analítica 75
Cálculo de Funções de Várias Variáveis 60
Ciência de Dados 30
Ciências Sociais 30
Cinemática dos Sólidos 60
Circuitos Lógico-Digitais 60
Complementos de Física 60
Computação Gráfica 30
Computação Numérica 30
Comunicação e Expressão 30
Desenho Técnico 30
Desenvolvimento Sustentável 30
Dinâmica dos Sólidos 60
Direitos Humanos (Optativa) 20
Economia e Administração 30
Educação Ambiental (Optativa) 20
Eletricidade Básica 60
Eletrônica para Computação 75
Engenharia da Computação Integrada 30
Engenharia da Computação Interdisciplinar 30
Engenharia de Software 60
Engenharia e Meio Ambiente 30
Equações Diferenciais 60
Estágio Supervisionado 480
Estática dos Fluídos 30
Estatística Descritiva 30
Estatística Indutiva 30
Estudos Disciplinares 600
Ética e Legislação Profissional 30
Fenômenos de Transporte 60
Fundamentos de Termodinâmica 30
Gerência de Projetos e Sistemas 30
Homem e Sociedade 30
Informática Industrial 30
Inteligência Artificial 60
Interface de Sistemas de Hardware 30
Interpretação e Produção de Textos 30
Língua Brasileira de Sinais (Optativa) 20
Linguagem de Programação de Banco de Dados 60
Linguagens Formais e Autômatos 30
Matemática Discreta 30
Mecânica da Partícula 75
Metodologia do Trabalho Acadêmico 30
Métodos de Pesquisa 30
Microcontroladores 60
Microprocessadores 60
Modelagem de Dados 60
Noções de Direito 30
Paradigmas e Linguagens de Programação 60
Processamento de Imagem e Visão Computacional 30
Processamento de Sinais Digitais 60
Programação de Computadores 30
Qualidade 30
Química Aplicada 15
Química Básica 30
Redes de Computadores 60
Relações Étnico-Raciais e Afrodescendência (Optativa) 20
Resistência dos Materiais 30
Sistemas Digitais em Engenharia da Computação 60
Sistemas Distribuídos 30
Sistemas Embarcados e de Tempo Real 60
Sistemas Operacionais 60
Supervisão de Estágio 30
Técnicas de Programação 120
Tecnologia e Inovação 30
Tópicos de Atuação Profissional - Engenharia da Computação 30
Tópicos de Física Geral e Experimental 75
Tópicos de Informática 30
Tópicos de Matemática 75
Tópicos de Tecnologia da Informação 30
Trabalho de Curso I 30
Trabalho de Curso II 30
Trabalho de Curso II - Práticas Supervisionadas 220

Carga Horária Total: 4.900 Horas-Aula (4.083 horas)

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